Tudo bem, já entendemos: somos animais, assim como os demais que encontramos sobre a face da Terra. Evoluímos, ou seja, modificamos seguindo as mesmas leis naturais (Darwin, 1859). Somos primatas. Nossas características biológicas surgem como estratégia de sobrevivência, desde os sentidos até a inteligência.
Também sobrevivemos após a morte do corpo biológico (Kardec, 1857). Continuamos a nos relacionar e, de alguma forma não entendida profundamente, tendemos à perfeição. Sabemos isso porque temos notícias desses mais progredidos. Não sabemos quais são as características psicológicas de um ser perfeito, apenas temos pálidas interpretações de alguns, que obviamente dão sua opinião própria ou a leitura que fazem desses superiores. Também sabemos da reencarnação, apesar de não estar muito claro ainda a relação perispírito-corpo biológico.
Entendemos, não completamente, mas pelo menos explicamos alguns fatos pelas leis de causa e efeito, progresso, trabalho, liberdade, amor, justiça e caridade.
Esse parece ser o cenário de um mundo exterior.
Em contrapartida: o que sabemos “da cabeça pra dentro”? Torturamo-nos constantemente, criamos regras morais/sociais e achamos que isso é parte da criação da natureza. Para um simples desejo não conseguimos encontrar a verdadeira fonte de origem: é biológico (hormonal, genético, etc)? É questão de consciência? É influência social (dos encarnados) ou obsessiva (dos desencarnados)? É uma questão de caráter? Ou uma mera (!) questão psicológica...?
Esse é um cenário interno que precisamos levar mais a sério para entendermos a complexidade do todo.
Parece que não somos apenas um ser racional, acima do nosso lado animal. Herdamos todas as características biológicas. E não somos livres mentalmente: parece que herdamos também nossas características psicológicas, apresentamos Tipos Psicológicos (Jung, 1921), transmitida de forma gênica (?) ou extra-gênica (culturalmente). Na verdade não somos seres racionais, acima do resto que nos complementa, somos seres inconscientes com meros lampejos conscientes. É isso que demonstra alguns estudos da psicologia.
Porém como conciliar os fatos reencarnatórios na determinação do inconsciente? Como avaliar o grau de influência dos seres que convivemos (encarnados e desencarnados)? Qual a influência de nosso corpo biológico? O que é vontade? Quais são os patamares evolutivos (no entendimento psicológico) que vamos passar?
Talvez essas sejam questões fundamentais...
Entendemos, não completamente, mas pelo menos explicamos alguns fatos pelas leis de causa e efeito, progresso, trabalho, liberdade, amor, justiça e caridade.

Esse parece ser o cenário de um mundo exterior.
Em contrapartida: o que sabemos “da cabeça pra dentro”? Torturamo-nos constantemente, criamos regras morais/sociais e achamos que isso é parte da criação da natureza. Para um simples desejo não conseguimos encontrar a verdadeira fonte de origem: é biológico (hormonal, genético, etc)? É questão de consciência? É influência social (dos encarnados) ou obsessiva (dos desencarnados)? É uma questão de caráter? Ou uma mera (!) questão psicológica...?
Esse é um cenário interno que precisamos levar mais a sério para entendermos a complexidade do todo.
Parece que não somos apenas um ser racional, acima do nosso lado animal. Herdamos todas as características biológicas. E não somos livres mentalmente: parece que herdamos também nossas características psicológicas, apresentamos Tipos Psicológicos (Jung, 1921), transmitida de forma gênica (?) ou extra-gênica (culturalmente). Na verdade não somos seres racionais, acima do resto que nos complementa, somos seres inconscientes com meros lampejos conscientes. É isso que demonstra alguns estudos da psicologia.

Porém como conciliar os fatos reencarnatórios na determinação do inconsciente? Como avaliar o grau de influência dos seres que convivemos (encarnados e desencarnados)? Qual a influência de nosso corpo biológico? O que é vontade? Quais são os patamares evolutivos (no entendimento psicológico) que vamos passar?
Talvez essas sejam questões fundamentais...
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