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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Deus: sua existência justiça e amor ( Lino Bittencourt )
Ninguém nasceu ateu, apenas não lhe apresentaram Deus de forma esclarecedora e conveniente. O ateu nega a existência de Deus e ninguém nasceu negando, foi necessário formar uma concepção em torno do criador para depois nega - lo.
Da mesma forma que há os que acreditam em Deus por interesses e que barganham com o criador como se fosse ele um péssimo comerciante há os que não acreditam porque esse mesmo criador não corresponde as suas perspectivas mesquinhas.
Eis o meu credo:
Eu acredito em Deus. Eu sei que existe um criador.
Não penso nesse Deus que homens fizeram, mas no Deus que fez os homens.
O Deus que é a inteligência suprema e causa primaria de todas as coisas; O Deus Único, Imaterial, Eterno, Onipotente, Onipresente, Onisciente e Soberanamente Justo e Bom. O Deus que criou o ser humano a sua imagem e semelhança. E qual é essa semelhança? Jesus ao dialogar com uma samaritana a beira do poço de Jacó assevera que Deus é espírito que importa adora-lô em espírito e verdade; eis a essência dor ser humano, espiritual.
Acredito que os espíritos são imortais, ou seja, jamais terá um fim, tudo pode acontecer, mas, nada destruí-los, nem mesmo a morte do corpo biológico.
Sei também que não existem demônios, satanases e diabos conforme prega a tradição dominante e da mesma forma não existe, nessa mesma concepção tradicional, os anjos.
A palavra demônio é derivada do grego daimon que quer dizer ser espiritual e não é necessariamente bom e nem mal. Sócrates dizia ter um daimon que lhe dava bons conselhos. Logo esse demônio era um bom espírito que o assistia na sua missão entre os homens.
A palavra satanás quer dizer adversário do bem e Diabo aquele que espalha com objetivo de separar, de desunir, portanto nenhuma das duas palavras indica um ser, uma individualidade criada por Deus para ser eternamente mal.
Já a palavra anjo também é originária do grego ângelus que quer dizer: Mensageiro e não um ser já criado perfeito.
Portanto, não há seres voltados eternamente para o mal e também não há os já criados perfeitos com todas as virtudes adquiridas.
Que existe?
Existem os espíritos, como já dissemos que são criados simples e ignorantes.
Para evoluírem é necessário desenvolverem o intelecto e a moral.
Para se desenvolverem qual é o tempo necessário? Uma vida de 80 anos?
Por mais pródigo que pareça um homem uma existência física é muito pequena para desenvolver toda ciência e todas as virtudes. Temos acompanhado brilhantes cientistas se dedicarem a vida toda em pesquisar um vírus ou então uma bactéria, há os que estudam durante toda a vida para deixarem uma base para seus continuadores. Será possível em uma única experiência terrena ter ciência e com profundidade da astronomia, da física, da biologia, da medicina, da psicologia, da astrofísica, da filosofia, etc.
Essas reflexões leva a lembrar o dialogo de Jesus com Nicodemos:
“ Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos que foi ter com o mestre a noite e ao se aproximar disse: - mestre sabemos que viestes da parte de Deus, pois ninguém realiza as maravilhas que tem feito se não estivesse com ele. E Jesus respondeu : em verdade em verdade te digo que é necessário nascer de novo”.
Ora o fariseu não se dirige ao cristo com um questionamento e sim com admiração e o elogia. E que faz Jesus? Aproveita para ensinar. Quando elogiado pelo fariseu é como se dissesse: - Está admirado com as minhas capacidades Nicodemos? Em verdade te digo, para chegar onde estou é necessário nascer de novo.
Uma única vida terrena não faculta o pleno desenvolvimento do ser espiritual , diz a ciência que os cientistas mais inteligentes da terra não utilizaram 10 % da capacidade cerebral e isso se dá porque o espírito em franco desenvolvimento está apreendendo ainda a trabalhar com os recursos que o cérebro tem apresentado.
Hoje é possível entender que para continuar apreendendo, aprimorando e desenvolvendo o ser espiritual é preciso Reencarnar, voltar a nascer, é imprescindível a pluralidade das existências físicas que permite ao espírito aprimorar todas as suas faculdades.
O ser que se equivoca não ficará condenado ou então confinado eternamente em um inferno criado pela mente humana para punir e castigar, e assim passará a resgatar o seu equivoco com situações por vezes difíceis e dolorosas, e isso não é punição e muito menos será eterna, mas a lei de causa e efeito, pois, quem planta vento colhe tempestade. É interessante saber também que novos tempos para novos plantios viram e que mais amadurecidos pelas experiências saberá o ser escolher melhor as sementes a serem semeadas.
Ninguém nasceu ateu, apenas não lhe apresentaram Deus de forma esclarecedora e conveniente. O ateu nega a existência de Deus e ninguém nasceu negando, foi necessário formar uma concepção em torno do criador para depois nega - lo.
Da mesma forma que há os que acreditam em Deus por interesses e que barganham com o criador como se fosse ele um péssimo comerciante há os que não acreditam porque esse mesmo criador não corresponde as suas perspectivas mesquinhas.
Eis o meu credo:
Eu acredito em Deus. Eu sei que existe um criador.
Não penso nesse Deus que homens fizeram, mas no Deus que fez os homens.
O Deus que é a inteligência suprema e causa primaria de todas as coisas; O Deus Único, Imaterial, Eterno, Onipotente, Onipresente, Onisciente e Soberanamente Justo e Bom. O Deus que criou o ser humano a sua imagem e semelhança. E qual é essa semelhança? Jesus ao dialogar com uma samaritana a beira do poço de Jacó assevera que Deus é espírito que importa adora-lô em espírito e verdade; eis a essência dor ser humano, espiritual.
Acredito que os espíritos são imortais, ou seja, jamais terá um fim, tudo pode acontecer, mas, nada destruí-los, nem mesmo a morte do corpo biológico.
Sei também que não existem demônios, satanases e diabos conforme prega a tradição dominante e da mesma forma não existe, nessa mesma concepção tradicional, os anjos.
A palavra demônio é derivada do grego daimon que quer dizer ser espiritual e não é necessariamente bom e nem mal. Sócrates dizia ter um daimon que lhe dava bons conselhos. Logo esse demônio era um bom espírito que o assistia na sua missão entre os homens.
A palavra satanás quer dizer adversário do bem e Diabo aquele que espalha com objetivo de separar, de desunir, portanto nenhuma das duas palavras indica um ser, uma individualidade criada por Deus para ser eternamente mal.
Já a palavra anjo também é originária do grego ângelus que quer dizer: Mensageiro e não um ser já criado perfeito.
Portanto, não há seres voltados eternamente para o mal e também não há os já criados perfeitos com todas as virtudes adquiridas.
Que existe?
Existem os espíritos, como já dissemos que são criados simples e ignorantes.
Para evoluírem é necessário desenvolverem o intelecto e a moral.
Para se desenvolverem qual é o tempo necessário? Uma vida de 80 anos?
Por mais pródigo que pareça um homem uma existência física é muito pequena para desenvolver toda ciência e todas as virtudes. Temos acompanhado brilhantes cientistas se dedicarem a vida toda em pesquisar um vírus ou então uma bactéria, há os que estudam durante toda a vida para deixarem uma base para seus continuadores. Será possível em uma única experiência terrena ter ciência e com profundidade da astronomia, da física, da biologia, da medicina, da psicologia, da astrofísica, da filosofia, etc.
Essas reflexões leva a lembrar o dialogo de Jesus com Nicodemos:
“ Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos que foi ter com o mestre a noite e ao se aproximar disse: - mestre sabemos que viestes da parte de Deus, pois ninguém realiza as maravilhas que tem feito se não estivesse com ele. E Jesus respondeu : em verdade em verdade te digo que é necessário nascer de novo”.
Ora o fariseu não se dirige ao cristo com um questionamento e sim com admiração e o elogia. E que faz Jesus? Aproveita para ensinar. Quando elogiado pelo fariseu é como se dissesse: - Está admirado com as minhas capacidades Nicodemos? Em verdade te digo, para chegar onde estou é necessário nascer de novo.
Uma única vida terrena não faculta o pleno desenvolvimento do ser espiritual , diz a ciência que os cientistas mais inteligentes da terra não utilizaram 10 % da capacidade cerebral e isso se dá porque o espírito em franco desenvolvimento está apreendendo ainda a trabalhar com os recursos que o cérebro tem apresentado.
Hoje é possível entender que para continuar apreendendo, aprimorando e desenvolvendo o ser espiritual é preciso Reencarnar, voltar a nascer, é imprescindível a pluralidade das existências físicas que permite ao espírito aprimorar todas as suas faculdades.
O ser que se equivoca não ficará condenado ou então confinado eternamente em um inferno criado pela mente humana para punir e castigar, e assim passará a resgatar o seu equivoco com situações por vezes difíceis e dolorosas, e isso não é punição e muito menos será eterna, mas a lei de causa e efeito, pois, quem planta vento colhe tempestade. É interessante saber também que novos tempos para novos plantios viram e que mais amadurecidos pelas experiências saberá o ser escolher melhor as sementes a serem semeadas.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Entrevista: Amit Goswani
Deixarei que o vídeo explique:
Caso queiram, a tese de doutorado citada pode ser baixada no link: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000249895
Aguardo manifestações!
Caso queiram, a tese de doutorado citada pode ser baixada no link: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000249895
Aguardo manifestações!
Recapitulando a Evolução Espiritual
Em 1866 Ernst Haeckel, com base no desenvolvimento embriológico dos animais, elaborou a Teoria da Recapitulação. Em resumo diz: a ontogenia (desenvolvimento dos corpos) recapitula a filogenia (a história evolutiva).
Com algumas modificações na interpretação dos fatos observados no desenvolvimento dos embriões, essas idéias são aceitas atualmente, interpretando que a vida sempre baseará modificações em formas anteriores, por ser uma via mais provável que começar uma forma do nada.
Com algumas modificações na interpretação dos fatos observados no desenvolvimento dos embriões, essas idéias são aceitas atualmente, interpretando que a vida sempre baseará modificações em formas anteriores, por ser uma via mais provável que começar uma forma do nada.Agora devaneando (!): podemos extrapolar esse entendimento para recapitularmos o desenvolvimento psicológico? E espiritual?
Já alerto, no entanto, para o perigo de tais tentativas, pois esse tipo de extrapolação foi a mesma utilizada pelos darwinistas sociais e tantos outros. Porém a compreensão dos passos evolutivos dados individualmente, em meu entendimento, são essenciais para o auto-conhecimento. Alguém topa o desafio?!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Questões fundamentais
Tudo bem, já entendemos: somos animais, assim como os demais que encontramos sobre a face da Terra. Evoluímos, ou seja, modificamos seguindo as mesmas leis naturais (Darwin, 1859). Somos primatas. Nossas características biológicas surgem como estratégia de sobrevivência, desde os sentidos até a inteligência.
Também sobrevivemos após a morte do corpo biológico (Kardec, 1857). Continuamos a nos relacionar e, de alguma forma não entendida profundamente, tendemos à perfeição. Sabemos isso porque temos notícias desses mais progredidos. Não sabemos quais são as características psicológicas de um ser perfeito, apenas temos pálidas interpretações de alguns, que obviamente dão sua opinião própria ou a leitura que fazem desses superiores. Também sabemos da reencarnação, apesar de não estar muito claro ainda a relação perispírito-corpo biológico.
Entendemos, não completamente, mas pelo menos explicamos alguns fatos pelas leis de causa e efeito, progresso, trabalho, liberdade, amor, justiça e caridade.
Esse parece ser o cenário de um mundo exterior.
Em contrapartida: o que sabemos “da cabeça pra dentro”? Torturamo-nos constantemente, criamos regras morais/sociais e achamos que isso é parte da criação da natureza. Para um simples desejo não conseguimos encontrar a verdadeira fonte de origem: é biológico (hormonal, genético, etc)? É questão de consciência? É influência social (dos encarnados) ou obsessiva (dos desencarnados)? É uma questão de caráter? Ou uma mera (!) questão psicológica...?
Esse é um cenário interno que precisamos levar mais a sério para entendermos a complexidade do todo.
Parece que não somos apenas um ser racional, acima do nosso lado animal. Herdamos todas as características biológicas. E não somos livres mentalmente: parece que herdamos também nossas características psicológicas, apresentamos Tipos Psicológicos (Jung, 1921), transmitida de forma gênica (?) ou extra-gênica (culturalmente). Na verdade não somos seres racionais, acima do resto que nos complementa, somos seres inconscientes com meros lampejos conscientes. É isso que demonstra alguns estudos da psicologia.
Porém como conciliar os fatos reencarnatórios na determinação do inconsciente? Como avaliar o grau de influência dos seres que convivemos (encarnados e desencarnados)? Qual a influência de nosso corpo biológico? O que é vontade? Quais são os patamares evolutivos (no entendimento psicológico) que vamos passar?
Talvez essas sejam questões fundamentais...
Entendemos, não completamente, mas pelo menos explicamos alguns fatos pelas leis de causa e efeito, progresso, trabalho, liberdade, amor, justiça e caridade.

Esse parece ser o cenário de um mundo exterior.
Em contrapartida: o que sabemos “da cabeça pra dentro”? Torturamo-nos constantemente, criamos regras morais/sociais e achamos que isso é parte da criação da natureza. Para um simples desejo não conseguimos encontrar a verdadeira fonte de origem: é biológico (hormonal, genético, etc)? É questão de consciência? É influência social (dos encarnados) ou obsessiva (dos desencarnados)? É uma questão de caráter? Ou uma mera (!) questão psicológica...?
Esse é um cenário interno que precisamos levar mais a sério para entendermos a complexidade do todo.
Parece que não somos apenas um ser racional, acima do nosso lado animal. Herdamos todas as características biológicas. E não somos livres mentalmente: parece que herdamos também nossas características psicológicas, apresentamos Tipos Psicológicos (Jung, 1921), transmitida de forma gênica (?) ou extra-gênica (culturalmente). Na verdade não somos seres racionais, acima do resto que nos complementa, somos seres inconscientes com meros lampejos conscientes. É isso que demonstra alguns estudos da psicologia.

Porém como conciliar os fatos reencarnatórios na determinação do inconsciente? Como avaliar o grau de influência dos seres que convivemos (encarnados e desencarnados)? Qual a influência de nosso corpo biológico? O que é vontade? Quais são os patamares evolutivos (no entendimento psicológico) que vamos passar?
Talvez essas sejam questões fundamentais...
domingo, 24 de agosto de 2008
Uma questão de consciência
Há psicóticos que nunca mataram uma mosca, refugiando em si mesmos e há psicopatas capazes de massacrar populações inteiras.
Há esquizofrênicos que ouvem vozes acusadoras e se perturbam na própria culpa enquanto outros, no auge de suas alucinações, que cometem assassinatos ou se suicidam.
Há desequilíbrios hormonais que explicariam o excesso de excitação de alguns estupradores, os ataques de fúria de alguns setenciados e a depressão destrutiva dos que buscaram o fim da própria vida, depois de matarem outros.
Milhares de pessoas aderiram ao ideal nazista, coadunando direta ou indiretamente com as barbáries durante a Segunda Guerra, assistindo de perto os absurdos dos campos de concentração, enquanto outros se negaram a participar de tudo isso, refugiando-se ou morrendo para expressar oposição àquela loucura.
A justiça por diversas vezes de vê diante da necessidade de analisar o grau de responsabilidade de um acusado , alegando a existência de outros que, diante da mesmo problema, contexto ou doença, conseguiram agir de forma diferente, evitando crimes e crueldades.
Afirma o Livro dos Espíritos, a liberdade do espírito de poder sempre evitar o mal, ou pelo menos, resistir a ele.
Cada homem, cedo ou tarde, se depara com essa questão, no próprio íntimo, e se pergunta: será que devo, será que posso, será que vou conseguir me segurar?
Fala-se de consciência como se o assunto fosse fácil. "Siga sua consciência" - é uma recomendação sábia, mas também pode ser muito cômoda. Prefiro enfrentar o problema junto com o outro, analisar seus sonhos, escutar suas opiniões, deixâ-lo expressar seus conflitos, rever caminhos e sentimentos. E se depois de tudo isso a pessoa fizer aquilo que eu julgava o mau, não exitarei em respeitá-la e ajudá-la na estrada que optou, pois só Deus sabe porque nos fez dessa forma e nos colocou numa Terra onde é tão difícil fazer a coisa certa.
Há esquizofrênicos que ouvem vozes acusadoras e se perturbam na própria culpa enquanto outros, no auge de suas alucinações, que cometem assassinatos ou se suicidam.
Há desequilíbrios hormonais que explicariam o excesso de excitação de alguns estupradores, os ataques de fúria de alguns setenciados e a depressão destrutiva dos que buscaram o fim da própria vida, depois de matarem outros.
Milhares de pessoas aderiram ao ideal nazista, coadunando direta ou indiretamente com as barbáries durante a Segunda Guerra, assistindo de perto os absurdos dos campos de concentração, enquanto outros se negaram a participar de tudo isso, refugiando-se ou morrendo para expressar oposição àquela loucura.
A justiça por diversas vezes de vê diante da necessidade de analisar o grau de responsabilidade de um acusado , alegando a existência de outros que, diante da mesmo problema, contexto ou doença, conseguiram agir de forma diferente, evitando crimes e crueldades.
Afirma o Livro dos Espíritos, a liberdade do espírito de poder sempre evitar o mal, ou pelo menos, resistir a ele.
Cada homem, cedo ou tarde, se depara com essa questão, no próprio íntimo, e se pergunta: será que devo, será que posso, será que vou conseguir me segurar?
Fala-se de consciência como se o assunto fosse fácil. "Siga sua consciência" - é uma recomendação sábia, mas também pode ser muito cômoda. Prefiro enfrentar o problema junto com o outro, analisar seus sonhos, escutar suas opiniões, deixâ-lo expressar seus conflitos, rever caminhos e sentimentos. E se depois de tudo isso a pessoa fizer aquilo que eu julgava o mau, não exitarei em respeitá-la e ajudá-la na estrada que optou, pois só Deus sabe porque nos fez dessa forma e nos colocou numa Terra onde é tão difícil fazer a coisa certa.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Only this and nothing more!
Excelente síntese Luciano, parabéns. Relacionar processos psíquicos e biológicos sempre ficou limitado àquela questão: a mente é fruto da matéria ou o espírito é quem controla o corpo? Este tipo de pergunta sugere que já conheçamos, plenamente, qualquer um desses dois! A verdade é que alguém intuiu: "espírito!" e nós logo corremos para explicar o infinito, a partir deste conceito; mais tarde alguém gritou: "matéria!" e lá estamos nós tentando até mesmo nos explicar, a partir desta idéia.
A história demonstra que uma parcela muito pequena de nossa alma está reservada, realmente, para o conhecimento. Mais forte é a tendência religiosa. Por isso
a eterna adesão humana a um ismo, querendo tudo explicar a partir de um pacote de princípios, capazes de abranger o universo. Com isso preenche-se o sentimento de insegurança e nos livramos da melancolia, diante de um mundo de incertezas. Criamos até uma filosofia da incerteza para ninguém duvidar do nosso poder!
a eterna adesão humana a um ismo, querendo tudo explicar a partir de um pacote de princípios, capazes de abranger o universo. Com isso preenche-se o sentimento de insegurança e nos livramos da melancolia, diante de um mundo de incertezas. Criamos até uma filosofia da incerteza para ninguém duvidar do nosso poder!A postagem abaixo reflete um tipo de raciocínio que se tornou raro nos dias atuais. Demonstra a capacidade de integrar conceitos, observando o processo em sua totalidade, sem querer explicar o psicológico a partir do biológico, e vice-versa, mas refletir sobre leis em comum que regem fenômenos diversos. No princípio achei que o Espiritismo representava, para as pessoas, a proposta máxima dessa visão integradora da vida, mas logo percebi que muitos adeptos acabam fazendo um uso oposto. Porque suas questões tocam no campo da física, biologia e psicologia, há aqueles que pretendem explicar todas essas ciências a partir do Espiritismo. Não raro encontro alguém "forçando a amizade", dando palpites audaciosos sobre assuntos delicados, só porque leram esta ou aquela obra mediúnica. Vejo essa postura como preguiça de alma, uma espécie de refúgio ciumento de quem conquistou uma pequena verdade e agora teme em perdê-la.
Não me refiro à necessidade absoluta de formação acadêmica. Aprendi muito mais fora do que dentro dentro deste meio. Somente alerto, inspirado pelo texto abaixo, para o quanto podemos olhar mais além quando extendemos horizontes mentais e nos deixamos navegar por outros campos de conhecimento, onde homens geniais, ou pesquisadores anônimos, acumularam vasta gama de experiências, dúvidas e idéias, poupando um tempo enorme para os que chegamos depois.
Não me refiro à necessidade absoluta de formação acadêmica. Aprendi muito mais fora do que dentro dentro deste meio. Somente alerto, inspirado pelo texto abaixo, para o quanto podemos olhar mais além quando extendemos horizontes mentais e nos deixamos navegar por outros campos de conhecimento, onde homens geniais, ou pesquisadores anônimos, acumularam vasta gama de experiências, dúvidas e idéias, poupando um tempo enorme para os que chegamos depois.
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